Recibo simples tem validade jurídica? ⌄
Sim. O recibo assinado é prova de pagamento (quitação) prevista no Código Civil (art. 319 e seguintes): quem paga tem direito de exigi-lo. Para valer, precisa identificar quem pagou, quem recebeu, o valor, a que se refere e a data — exatamente os campos deste gerador. Assinatura do recebedor é essencial.
Precisa de testemunhas ou reconhecer firma? ⌄
Para a quitação comum, não. Testemunhas e firma reconhecida agregam força probatória em valores altos ou relações litigiosas, mas não são requisito do recibo simples do dia a dia (aluguel, serviços, vendas entre pessoas).
Por que o valor por extenso? ⌄
O extenso dificulta adulteração do número e resolve ambiguidade: se número e extenso divergirem, prevalece o extenso (mesma lógica dos cheques). O gerador escreve o extenso automaticamente, com as regras do português — "mil duzentos e trinta e quatro reais e cinquenta e seis centavos".
Recibo de aluguel precisa de algo a mais? ⌄
Convém discriminar o mês de referência ("aluguel referente a agosto/2026") e, se houver, os encargos (condomínio, IPTU) — a Lei do Inquilinato dá ao inquilino o direito ao recibo discriminado. Use o campo "referente a" para isso.
Este recibo serve para comprovar renda ou deduzir no IR? ⌄
Depende do contexto: serviços de autônomos geralmente exigem o RPA ou nota fiscal para efeitos fiscais; despesas dedutíveis (saúde, educação) pedem recibo com CPF/CNPJ do prestador — por isso o campo é importante. Para relações informais de pagamento, o recibo simples cumpre bem o papel de quitação.
Meus dados ficam salvos em algum lugar? ⌄
Não. Tudo roda no seu navegador: nomes, documentos e valores não são enviados a servidor nenhum. Ao imprimir ou salvar em PDF, o arquivo fica só com você.