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Financiamento de Imóvel: Parcelas, Seguro e Renda

Simule as parcelas do financiamento do seu imóvel (SAC ou Price), com seguro mensal e comprometimento de renda.

Atualizado em 05 de set de 2026

Processado no seu navegador · Grátis · Sem cadastro

R$
R$
Taxa ao mês
%
R$
R$
Sistema de amortização

Valor financiado: R$ 320.000,00

1ª parcela (c/ seguro)
R$ 3.888,89
Última parcela (c/ seguro)
R$ 1.016,89
Total em juros
R$ 519.840,00
A 1ª parcela representa 48,6% da renda informada

Referência geral do mercado: até ~30% da renda bruta. Acima da faixa usual — a aprovação pode ficar mais difícil. Cada instituição tem seus próprios critérios.

Custos de escritura e registro (estimativa)

ITBI
% = R$ 8.000,00
Registro + escritura
% = R$ 4.000,00

Estimativa: ITBI costuma variar entre 2% e 3% (definido por cada município); o registro e a escritura seguem uma tabela própria de cada estado, geralmente entre 0,5% e 1,5% e proporcionalmente menor em imóveis mais caros. Ajuste os percentuais acima — total estimado: R$ 12.000,00.

Saldo devedor ao longo do tempo

ParcelaSeguroJurosAmort.Saldo
13.768,89120,002.880,00888,89319.111,11
23.760,89120,002.872,00888,89318.222,22
33.752,89120,002.864,00888,89317.333,33
43.744,89120,002.856,00888,89316.444,44
53.736,89120,002.848,00888,89315.555,56
63.728,89120,002.840,00888,89314.666,67
360896,89120,008,00888,890,00

Mostrando as 6 primeiras parcelas e a última. O seguro é um valor fixo informado por você — consulte sua instituição para o valor exato, que varia com idade e perfil.

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SAC × Price no financiamento imobiliário

No financiamento de imóveis, o SAC é o sistema mais comum: a amortização é constante e a parcela começa mais alta, diminuindo mês a mês — no total, costuma pagar menos juros que o Price, onde a parcela é fixa do início ao fim.

Seguro obrigatório (MIP e DFI)

Todo financiamento imobiliário inclui um seguro obrigatório: MIP (morte e invalidez permanente) e DFI (danos físicos ao imóvel). O valor varia por instituição, idade e valor do imóvel — informe uma estimativa para ver o impacto na parcela.

ITBI, registro e escritura

Além da entrada, todo comprador paga o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis, cobrado pela prefeitura) e os custos de registro e escritura no cartório. O ITBI costuma ficar entre 2% e 3% do valor do imóvel, variando por município; os custos de cartório seguem uma tabela própria de cada estado. Some essas taxas ao planejamento — elas não entram no financiamento e precisam ser pagas à parte. Detalhamos todos esses custos "invisíveis" em o que mais você paga além da parcela.

Use o FGTS a seu favor

Em imóveis residenciais urbanos dentro das regras do SFH, o saldo do FGTS pode entrar de três formas: reforçar a entrada (reduzindo o valor financiado e os juros totais), amortizar o saldo devedor a cada 2 anos ou abater até 80% do valor das prestações por 12 meses. Entre as exigências: 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, não ter outro financiamento ativo no SFH nem imóvel residencial na mesma cidade. Como a amortização extraordinária reduz o saldo sobre o qual os juros incidem, usar o FGTS periodicamente costuma encurtar anos do contrato.

Prazo maior não é sinônimo de melhor

Alongar o prazo reduz a parcela, mas multiplica os juros: como eles incidem mês a mês sobre o saldo devedor, cada ano a mais de contrato é um ano a mais pagando juros sobre um saldo que cai devagar. Teste na simulação: o mesmo imóvel em 240 e em 360 meses costuma ter uma diferença enorme na linha "Total em juros". Uma boa estratégia é contratar o prazo que cabe no orçamento com folga e usar essa folga (e o FGTS) para amortizações antecipadas — que, por lei, podem ser feitas a qualquer momento com desconto proporcional dos juros.

Portabilidade: a taxa não é para sempre

Se os juros caírem ou outro banco oferecer condição melhor, você pode levar o financiamento para lá pela portabilidade de crédito — o novo banco quita o contrato no antigo e assume a dívida com a taxa nova, sem custo de "multa". Vale simular a cada queda relevante da Selic: em contratos longos, meio ponto percentual de diferença na taxa pode significar dezenas de milhares de reais.

Fontes e metodologia

  • Resolução CMN — normas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH)
  • Legislação municipal do ITBI (varia por prefeitura)

Percentuais de ITBI e registro/escritura são padrões editáveis — ajuste-os conforme seu município e estado.

Não considera seguro variável por idade, tarifas bancárias específicas, nem eventuais subsídios (ex.: Minha Casa Minha Vida).

Os resultados são estimativas com base nas fontes acima e não substituem orientação de um profissional habilitado para decisões relevantes.

Perguntas frequentes

SAC ou Price: qual costuma ser mais barato?

No SAC, a amortização é constante e a parcela começa mais alta e vai caindo — no total, o valor pago em juros costuma ser menor que no Price, onde a parcela é fixa do início ao fim.

O seguro (MIP + DFI) é obrigatório?

Sim, todo financiamento imobiliário exige esse seguro. O valor varia por instituição, idade do comprador e valor do imóvel — informe uma estimativa realista pra ver o impacto na parcela.

O ITBI entra no valor financiado?

Não. O ITBI e os custos de registro/escritura são pagos à parte, geralmente à vista, e não entram no valor financiado pelo banco — por isso aparecem aqui como uma estimativa separada.

Posso usar o FGTS na entrada ou nas parcelas?

Sim, em imóveis residenciais urbanos dentro das regras do SFH: na entrada, para amortizar o saldo devedor a cada 2 anos ou para abater até 80% das prestações por 12 meses. É preciso ter 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS e não ter outro imóvel residencial na mesma cidade.

Qual o valor mínimo de entrada?

Os bancos costumam financiar até 80% do valor de avaliação (90% em alguns programas), então a entrada gira em torno de 20%. Quanto maior a entrada, menor o valor financiado — e menor o total de juros pago no contrato.

Dá para trocar de banco depois de contratar?

Sim, pela portabilidade de crédito: o novo banco quita seu contrato no banco atual e assume a dívida com a taxa nova, sem multa. Só há custos menores de registro da troca — vale a pena simular sempre que os juros de mercado caírem.