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Calculadoras

Financiamento de Veículo: Parcelas e Tabela FIPE

Consulte o valor de um veículo na Tabela FIPE e simule as parcelas do financiamento (Price ou SAC).

Atualizado em 05 de set de 2026

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Simular financiamento

R$
R$
Taxa ao mês
%
Sistema de amortização

Valor financiado: R$ 50.000,00

Parcela fixa
R$ 1.564,47
Custo total (entrada + parcelas)
R$ 85.094,37
Total em juros
R$ 25.094,37

Saldo devedor ao longo do tempo

ParcelaJurosAmort.Saldo
11.564,47900,00664,4749.335,53
21.564,47888,04676,4348.659,11
31.564,47875,86688,6047.970,51
41.564,47863,47701,0047.269,51
51.564,47850,85713,6146.555,89
61.564,47838,01726,4645.829,43
481.564,4727,661.536,800,00

Mostrando as 6 primeiras parcelas e a última. Valores estimados; a taxa efetiva do seu banco pode incluir seguros e tarifas.

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Tabela FIPE no financiamento

A Tabela FIPE traz o valor médio de mercado de um veículo, usado por bancos como referência para aprovar o financiamento. Consultamos os dados públicos oficiais para você já simular as parcelas com um valor realista.

Price × SAC no financiamento de veículos

Na Tabela Price a parcela é fixa do início ao fim. No SAC, a amortização é constante e a parcela começa maior e vai diminuindo — por isso o SAC costuma custar menos juros no total, mas pesa mais no começo. Fizemos a comparação lado a lado, com números, em SAC ou Price no financiamento do carro.

Exemplo prático: carro de R$ 60 mil

Com R$ 20 mil de entrada e R$ 40 mil financiados a 1,6% ao mês em 48 parcelas (Price), a parcela fica em ~R$ 1.200 — e o total devolvido ao banco chega a R$ 57.600: R$ 17.600 de juros, 44% do valor financiado. O mesmo contrato em 36 meses sobe a parcela, mas corta milhares de reais de juros. Rode as duas versões na simulação e compare a linha "Total em juros" — é ela que conta a história, não a parcela.

O custo que não aparece na parcela: depreciação

Um 0 km perde tipicamente de 10% a 20% do valor só no primeiro ano — enquanto os juros do financiamento correm por fora. Em contratos longos com entrada pequena, é comum dever mais do que o carro vale na FIPE por um bom tempo, o que complica trocar ou vender antes do fim. Entrada maior e prazo menor reduzem esse descasamento; a consulta FIPE integrada da ferramenta ajuda a acompanhar o valor real do bem.

Olhe o CET, não só a taxa de juros

Na hora de comparar financiamentos, a taxa de juros anunciada engana. O que importa é o Custo Efetivo Total (CET), que soma juros, IOF, tarifa de cadastro e seguros num único percentual. Duas propostas com a mesma taxa podem ter CET bem diferente por causa dessas taxas embutidas. Esta ferramenta estima as parcelas pelos juros e prazo; para chegar ao CET, inclua as tarifas informadas no contrato.

Como reduzir o custo do financiamento

  • Dê a maior entrada possível: reduz o saldo que rende juros.
  • Encurte o prazo: parcelas maiores, mas muito menos juros no total.
  • Compare o CET de pelo menos três bancos antes de fechar.
  • Amortize quando puder: a lei garante o desconto proporcional dos juros futuros.

Perguntas frequentes

Como a entrada afeta a parcela?

A entrada abate o valor financiado: quanto maior a entrada, menor o saldo sobre o qual incidem juros e, portanto, menores as parcelas e o total pago. Dar uma entrada robusta é uma das formas mais eficientes de reduzir o custo de um financiamento de veículo.

O que é o CET (Custo Efetivo Total)?

O CET é a taxa que reúne tudo que você paga além do valor do carro: juros, tarifas de cadastro, IOF e seguros embutidos. Ele é sempre maior que a taxa de juros “nominal” anunciada e é o número que realmente permite comparar propostas de bancos diferentes. Esta simulação estima as parcelas pelos juros; some as tarifas do contrato para chegar ao CET real.

Qual a diferença entre Price e SAC no financiamento?

Na Tabela Price a parcela é fixa do começo ao fim. No SAC a amortização é constante e a parcela começa mais alta e vai caindo. O SAC costuma custar menos juros no total, mas exige um orçamento maior no início; a Price é mais previsível. Nem todo banco oferece os dois — confirme na proposta.

A simulação inclui IOF e seguros?

Não. Ela calcula as parcelas a partir do valor financiado, da taxa e do prazo. IOF, seguro prestamista e tarifas variam por banco e entram no CET do contrato. Por isso, trate o resultado como uma estimativa para comparar cenários, não como a proposta final.

Vale a pena antecipar parcelas?

Sim, quase sempre. Ao amortizar antecipadamente, a lei garante desconto proporcional dos juros futuros. Você pode escolher reduzir o valor das parcelas ou o prazo — reduzir o prazo costuma gerar a maior economia de juros. Vale comparar com a rentabilidade de manter o dinheiro aplicado.

Por que o banco usa a Tabela FIPE?

A FIPE informa o valor médio de mercado do veículo, que serve de referência (garantia) para o banco aprovar e dimensionar o financiamento. Simular com um valor realista de FIPE deixa a estimativa de parcelas muito mais próxima do que você encontraria na prática.

O preço da loja pode ser diferente da FIPE?

Sim, e quase sempre é. Carros muito procurados são vendidos com ágio (acima da FIPE) e os de baixa procura, com deságio. A FIPE é a régua da negociação: se a diferença for grande, use-a como argumento — e lembre que o banco financia com base no valor de avaliação, não no preço pedido.

Financiar carro 0 km ou usado muda a taxa?

Costuma mudar: 0 km tem as menores taxas (a garantia é nova e fácil de revender), e quanto mais velho o carro, maior a taxa e menor o prazo aceito — muitos bancos limitam o financiamento a veículos de até 8–10 anos ao fim do contrato. Nos usados, compare também o CET de financeiras da própria loja com o do seu banco.