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Calculadoras

Simulador de Aposentadoria (INSS)

Quando você se aposenta por cada regra da reforma — com a data estimada e o valor do benefício.

Atualizado em 05 de set de 2026

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Seus dados

Sexo
Contribuição até hoje
anos
m
Média salarial (opcional)
R$

Média dos salários desde 07/1994 — estima o valor.

Idade hoje: 51,7Contribuição: 25,0 anosNa reforma (13/11/2019): 18,2 anos
Caminho mais rápido
Transição por pontos05/05/2034

Com 59,3 anos de idade e 32,7 de contribuição. Benefício: 94% da média salarial.

🧮 Transição por pontos
Aos 59,3 anos, com 32,7 de contribuição
05/05/2034
94% da média
📈 Idade mínima progressiva
Aos 62,0 anos, com 35,3 de contribuição
05/01/2037
100% da média
🎂 Aposentadoria por idade
Aos 62,0 anos, com 35,3 de contribuição
05/01/2037
100% da média
💯 Pedágio de 100%
Aos 68,5 anos, com 41,8 de contribuição
05/07/2043
100% da média

Estimativa educativa: assume contribuição contínua daqui pra frente e não considera tempo especial (insalubridade), professor, rural, períodos concomitantes nem regras de servidor público (RPPS). O tempo oficial é o do seu CNIS, no Meu INSS.

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As cinco portas de saída do INSS

A reforma de 2019 acabou com a aposentadoria "só por tempo", mas deixou quatro regras de transição para quem já contribuía — e cada uma libera numa data e com um valor diferente. O simulador calcula todas de uma vez: pontos (idade + tempo, subindo ano a ano), idade mínima progressiva, pedágio de 50% (para quem estava a até 2 anos do tempo em 2019) e pedágio de 100% — além da aposentadoria por idade. Quem começou a contribuir depois da reforma cai direto na regra permanente: 62 + 15 (mulher) ou 65 + 20 (homem).

Primeiro a liberar nem sempre é o melhor

Aqui mora a decisão importante: a regra que libera primeiro costuma pagar menos. O benefício padrão começa em 60% da média salarial e sobe 2% por ano além de 20/15 anos de contribuição — se aposentar cedo congela esse percentual. Já o pedágio de 100% exige trabalhar mais, mas paga a média cheia. Trabalhar alguns anos a mais pode significar centenas de reais a mais por mês, pra sempre. Compare as datas e os valores nos cartões — é exatamente essa a conta que o simulador abre.

Fontes e metodologia

  • Emenda Constitucional 103/2019 — reforma da Previdência
  • Lei 8.213/1991 — planos de benefícios do RGPS

Pontos e idades progressivas calculados por ano-calendário, conforme a EC 103.

Não cobre tempo especial, professor, rural, concomitâncias nem RPPS; o pedágio de 50% depende do fator previdenciário da data.

Os resultados são estimativas com base nas fontes acima e não substituem orientação de um profissional habilitado para decisões relevantes.

Perguntas frequentes

Quais são as regras para se aposentar hoje?

Quem começou a contribuir DEPOIS de 13/11/2019 segue a regra permanente: 62 anos + 15 de contribuição (mulher) ou 65 + 20 (homem). Quem já contribuía antes tem direito às regras de transição — pontos, idade mínima progressiva, pedágio de 50% e pedágio de 100% — e vale a que liberar primeiro (ou a que pagar mais).

Como funciona a transição por pontos?

Some sua idade com seu tempo de contribuição: quando atingir os pontos do ano (92 para mulheres desde 2025; 103 para homens em 2026, subindo até 105 em 2028) com o tempo mínimo de 30/35 anos, pode pedir. Como você ganha 2 pontos por ano (1 de idade + 1 de contribuição), a conta anda rápido.

O que são os pedágios de 50% e 100%?

São para quem estava perto de se aposentar na reforma. Pedágio 50%: faltavam até 2 anos para 30/35 em nov/2019 — cumpre o que faltava + metade, sem idade mínima (mas o valor sofre o fator previdenciário). Pedágio 100%: cumpre o dobro do que faltava, com idade mínima de 57 (M) / 60 (H) — em troca, recebe 100% da média, sem redutor.

Quanto vou receber?

A regra geral pós-reforma: média de TODOS os salários desde julho/1994 (corrigidos), e o benefício começa em 60% dessa média + 2% por ano de contribuição além de 20 anos (homem) ou 15 (mulher) — até 100%. Exemplo: homem com 35 anos recebe 90% da média. O piso é o salário mínimo e o teto, o teto do INSS.

Onde vejo meu tempo de contribuição oficial?

No Meu INSS (aplicativo ou meu.inss.gov.br), no extrato CNIS — é o tempo que vale, incluindo vínculos antigos. Confira se todos os empregos aparecem; períodos faltantes podem ser incluídos com carnês, carteira de trabalho e outros comprovantes.

Tempo de contribuição parado conta?

O tempo já acumulado não se perde nunca. O que o simulador assume é que você CONTINUARÁ contribuindo sem pausas daqui pra frente — se parar, as datas projetadas empurram na mesma medida. Períodos sem contribuição no passado não entram no seu total.

Este simulador substitui o cálculo do INSS?

Não. É um mapa educativo das regras com estimativas de data e valor. O cálculo oficial (no Meu INSS) usa seu CNIS real, e casos com tempo especial, insalubridade, professor, rural ou períodos concomitantes pedem um advogado ou planejador previdenciário.