Como escrever valores por extenso em cheques e contratos
Preencher um cheque ou um contrato exige escrever o valor duas vezes: em número e por extenso. Parece simples, mas algumas regras de português (e de convenção bancária) fazem diferença na hora de não deixar brechas para adulteração do documento.
A regra básica: reais e centavos
Um valor como R$ 1.234,56 vira "mil, duzentos e trinta e quatro reais e cinquenta e seis centavos". Repare que "e" aparece antes da última centena, dezena ou unidade de cada grupo — e antes de "centavos", separando reais de centavos.
Cuidado com os plurais
"Um real" (singular) vira "reais" a partir de dois. O mesmo vale para "centavo/centavos". Um erro comum é esquecer de ajustar o plural quando o valor termina em 1, como R$ 1,01 → "um real e um centavo" (não "um reais").
Por que os bancos pedem os dois formatos
Escrever o valor em número E por extenso é uma proteção contra fraude: é bem mais difícil adulterar um cheque quando os dois formatos precisam bater. Se houver divergência entre eles, a forma escrita por extenso costuma prevalecer legalmente.
Sem espaço para erro
Como cada vírgula, "e" e plural importa, escrever à mão aumenta a chance de errar — principalmente em valores grandes ou com muitos zeros. No nosso conversor de números por extenso, você digita o valor e recebe o texto certinho, pronto para copiar no cheque ou contrato.